Câncer em pessoas com menos de 50 anos está cada vez mais comum

Há pouco tempo, encontrar uma pessoa com menos de 50 anos em tratamento contra o câncer era algo raro. Essa realidade, porém, está cada vez mais comum, retratando um aumento dos casos de início precoce. Mas o que está por trás desta nova tendência?

Fatores de risco para o câncer

Ainda não se tem uma causa exata para o surgimento do câncer. Porém, sabemos que muitos fatores de risco estão envolvidos no desenvolvimento de diversos tumores. Alguns deles:

– Sedentarismo

– Obesidade

– Estresse

– Má alimentação

– Tabagismo

– Consumo excessivo de álcool

– Exposição a agentes tóxicos

– Poluição

– Má qualidade do sono

Entre outros.

Mudanças no estilo de vida

Todos esses fatores de risco têm relação com a sociedade do século XXI: pessoas mais ansiosas e estressadas, sem tempo para preparar uma alimentação adequada ou praticar exercícios físicos, dormindo menos e cada vez mais expostas à poluição das grandes cidades.

Há algumas décadas, a obesidade era rara. Hoje, no Brasil, 61% das pessoas estão acima do peso, enquanto 27% são obesas, segundo o IBGE. A rotina e o estilo de vida das pessoas estão mudando para pior, e, com isso, cresce o número de jovens com problemas de saúde diversos, como hipertensão, diabetes e o próprio câncer.

Prevenção do câncer

Sempre falamos muito sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer, mas também é preciso falar sobre a prevenção desta doença, que está cada vez mais comum em pessoas com menos de 50 anos.

Prevenir o câncer não é difícil – a chave está na rotina e nos pequenos hábitos:

– Manter uma alimentação equilibrada, evitando alimentos gordurosos, industrializados e/ou ultraprocessados, incluindo verduras e legumes no prato;

– Praticar, no mínimo, 30 minutos de exercícios físicos por dia;

– Não fumar e limitar o consumo de álcool;

– Cuidar da saúde mental, mantendo o estresse e ansiedade sob controle;

– Priorizar uma boa noite de sono, respeitando o mínimo de horas considerado saudável;

– Fazer acompanhamento médico frequente, em casos de histórico familiar de câncer.