Melanoma: é preciso ficar atento aos ‘sinais’

Câncer de pele mais agressivo tem origem nas pintas do corpo

No mês passado, falamos aqui sobre a importância do autoexame da pele para detectar precocemente diferentes tipos de câncer de pele. Sendo o mais comum no Brasil, precisamos falar sobre o tipo mais agressivo: o melanoma.

Apesar de menos frequente, o melanoma chama a atenção pelo seu alto poder de metástase, ou seja, de se espalhar por outros órgãos do corpo. Por ter origem nos melanócitos, células produtoras dos pigmentos que dão cor à pele, o melanoma pode ser identificado através da mudança de uma pinta existente, e pode surgir em qualquer parte do corpo.

A boa notícia é que, se detectado em estágios iniciais, ele tem grandes chances de cura. E você tem um papel fundamental nesse diagnóstico: ao suspeitar do aspecto de uma pinta e/ou sinal, procure um médico imediatamente.

Uma pinta pode ser considerada suspeita levando em consideração a regra do ABCDE, que explicamos no post passado. Ao fazer a avaliação e atestar que a pinta é mesmo suspeita, o médico pode solicitar uma biópsia. Se isto for feito ainda em estágios iniciais do melanoma, apenas a retirada da pinta é o suficiente. No entanto, em casos mais avançados de melanoma, podem ser necessários tratamentos mais fortes, como a imunoterapia, radioterapia ou a quimioterapia.